Sábado, 4 de Junho de 2011

A VILA DE TOLOSA FOI MUITO GALPINANTE

"O concelho de Tolosa foi extinto em 1836. Esta graciosa vila de Tolosa passou então a constituir uma freguesia do concelho de Alpalhão. Quando foi extinto, por força do decreto de 24 de dezembro de 1855, esta vila, a vila de Tolosa, ela passou para o concelho de Nisa. Não podia ela lá estar quieta e sossegada, a ditosa, a vila de Tolosa, em 26 de Setembro de 1895 passou a fazer parte do concelho do Crato. Não parou. Voltou novamente ao concelho de Nisa, de acordo com o Decreto de 13 de janeiro de 1898..."

in "Pequena Monografia de Tolosa / Alzira Maria Filipe Leitão"

O blog "ALENTEJO no NORTE" olhando assim para a coisa e o estado rebelde da graciosa, a ditosa, apenas pensa que os governantes na altura já não atinava... Em tantos anos de história já se inventava consoante o vento...
publicado por DELFOS às 03:42
link | comentar | favorito
Sábado, 28 de Maio de 2011

A FREGUESIA DE TOLOSA ANDOU NA GUERRA

O “Sobral e Carvalhal” de Tolosa é o nome que identifica uma extensa herdade, cuja área ronda os 1.600 hectares.
O povo sempre a conheceu como “baldio”, mas os grandes senhores da terra, impotentes para administrar e cultivar as largas heranças recebidas, mas sempre sedentes de maior riqueza, tudo fizeram para o transformar em propriedade privada.
É nestas circunstâncias que os povos revelam a sua verdadeira força, enfrentando e transpondo os mais diversos obstáculos, fazendo apelo à coragem e ao querer colectivo, transmitindo a chama da esperança de geração em geração, não cedendo aos mais diversos ataques das forças repressivas e dominadoras.
Só por isso o Carvalhal é hoje um terreno altamente produtivo, onde todas as famílias têm um pedaço de terra bem agricultada.
Nos princípios do século passado – o blog aqui diz século dezanove – as famílias poderosas da terra auto-intitulando-se os legítimos descendentes dos povoadores de Tolosa, e jogando com a ignorância do povo, dividiram entre si esta extensa herdade.
Baseados nesta posse ilegal, mas cobertos pela força do poder, passados alguns anos, fizeram os registos dos terrenos na Conservatória do Registo Predial com base no direito de usucampião.  Na intenção de criarem alguns adeptos e enfrequecerem a coesão popular, aforaram algumas courelas aos pequenos e médios proprietários da localidade.
Estes arvoraram-se, de imediato, nos defensores intransigentes dos grandes senhores da terra, como recompensa dos benefícios.
Porém, o povo anónimo, mas conscientes dos seus direitos, nunca suportou semelhante arbitrariedade.
À medida que os anos passavam, em vez de se generalizar o esquecimento sobre esta prepotência, mais se adensava a revolta popular.
Em 1873, no pleno apogeu da Monarquia Constitucional, a Junta de Freguesia de Tolosa, como legítima representante do povo, tenta justificar a posse do baldio, no Juízo de Direito da Comarca de Nisa.
Esta posse é relativamente conseguida.
Com efeito, a população fica com o direito ao fruto das árvores, na maioria azinheiras e sobreiros, e ao campáscuo (direito de usufruir os pastos comuns).
Passaram então a existir alguns rebanhos de ovelhas e cabras, pertencentes à população, mediante o pagamento de uma determinada taxa por animal.
As taxas eram cobradas pela Junta, que tinha o encargo de contratar e remunerar os pastores. Lutando contra as pretenções dos grandes proprietários, que viam fugir-lhes o domínio absoluto sobre a terra, a Junta passou a cobrar os foros.
No entanto, o descontentamento popular continuava a fortalecer-se, face ao desprezo e incultivo a que a terra era votada.
Todos entendiam que só a devisão da propriedade por todas as famílias poderia alterar a situação.
Com a implantação da República, surge nova esperança no coração do povo.
Alguns deputados, eleitos pelo distrito de Portalegre várias vezes levantaram a sua voz no Parlamento, em defesa dos direitos da população de Tolosa
Porém, os grandes proprietários, usando as suas corrosivas influências junto dos Ministérios sempre conseguiram impedir o parcelamento do Carvalhal    
Com a vitória da ditadura em 28 de Maio de 1926, as famílias poderosas ganham nova força.
Os anos 30 são muita difíceis para a povoação de Tolosa.
As sucessivas Juntas de Freguesia são da confiança dos ricos. Umas vezes, são eles próprios que as constituem, intitulando-se os legítimos representantes do povo!... Outras vezes, fazem nomear pessoas da sua inteira confiança, geralmente escolhidas entre os seus protegidos, que na prática nada diferem…
Mas o povo não abranda a sua luta.
Protesta abertamente na praça pública.
Retira várias vezes os marcos, que os ricos teimam em conservar, para delimitar as terras que dizem pertencer-lhes. Invade várias vezes o Carvalhal, para simbolizar a sua legítima posse. Mas, a força repressiva da Guarda Republicana não se fez esperar.
Confundem-se, prepositadamente, as realidades, as realidades, atribuindo um significado de movimentação política ao que não passa de uma simples defesa das regalias e direitos inalianáveis da população.
Com o rodar dos anos, a situação tornou-se insustentável para a classe dominante.
Os ricos concluíram que nada fazia alterar a vontade do povo. Então resolveram aceitar a divisão do baldio, desde que recebessem 2/5 da área total.
O povo estava farto de lutar, razão que o levou a aceitar a condição imposta.
A parte dos ricos, se não foi parar às mãos de terceiros através da venda, lá continua com o mesmo aspecto, que tinha em 4 de Março de 1951, data memorável da divisão do Carvalhal. A terra raramente é lavrada, o mato cresce e desenvolve-se livremente, raream os rebalhos que aproveitam as ervas daninhas!...
Em perfeito contraste, as 502 glebas, distribuídas pelo povo, produzem abundantemente. Foram plantadas mais de 5.000 oliveiras, que todos os anos produzem centenas de toneladas de azeitona. Milhares de figueiras e outras árvores frutíferas surgiram naquela terra árida, durante muitos anos improdutiva.
Poucas são as famílias que ali não têm um pedaço de vinha.
Por toda a parte, foram abertos poços, que transformaram um campo seco e agreste numa imensidade de hortas verdejantes.
"PEQUENA MONOGRAFIA DE TOLOSA /  ALZIRA MARIA FILIPE LEITÂO"
Nestas coisas na literária, neste Alto Alentejo tão perdido, este concelho de Gavião onde a fome está nascendo, político na praça mandou o administrador do blog para a Sibéria e lhe disse um dia que as terras da Comenda, esta planície alentejana nunca teve baldios, algures lá numa reunião de Câmara Municipal.
Que descaramento o blog lho regista.
É tão terrível ter que passar ainda por mentiroso.
 É muita difícil estas coisas da cultura por estas bandas de Gavião. A quase tão perto de responder a alguém muita especial, a um simbolismo de um capote cortado por uma espada tão real, ou ainda não ter conseguido um monumento dedicado a todos e a todas que passaram alguns meses nos calabouços de uma prisão de Nisa. Ainda não conseguiu sequer lhe dar o nome de uma rua ou a uma praceta algures na campina.
 Mas é meus caros ~se não fosse o Cardeal Cereifeira eu não sei se esta terra hoje existia na campina. Quase tão tão perto de transcrever aqui no blog, a acusação e a defesa, no tribunal de Nisa na altura.
Mas político diz que não tem e o blog sabe que tem. O blog sabe que tem os dois documentos. Talvez numa descontraída, lhe fazendo uma reviena, o blog, um dia, os venha a publicar e a valorizar o texto acima colocado.
No tocante a estas terras da Comenda, a coisa foi muito mais complicada.
Mas ela está tão bem explicada...
publicado por DELFOS às 03:28
link | comentar | favorito
Sábado, 23 de Abril de 2011

ZONA DE CAÇA MUNICIPAL DA FREGUESIA DE MARGEM

DESPACHO N.º 16/2011/ZC
Pela Portaria n.º 544/2005, de 22 de Junho, foi criada a zona de caça municipal da Freguesia da Margem (processo n.º 3934-AFN), situada no município de Gavião, com uma área de 2921 hectares, válida até 22 de Junho de 2011, e transferida a sua gestão para a Associação de Caça e Pesca da Freguesia da Margem, que entretanto requereu a sua renovação.
Cumpridos os preceitos legais, e com fundamento no disposto no artigo 21.º em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 18.º, ambos do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro e com as alterações do Decreto-Lei n.º 9/2009 e do Decreto-Lei n.º 2/2011, respectivamente de 9 e 6 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Gavião, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma e no uso das competências subdelegadas pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, pelo Despacho n.º 866-A/2011, publicado no Diário da República, 2.ª Série, n.º 7, de 11 de Janeiro, determino o seguinte:
1. É renovada a transferência de gestão da zona de caça municipal da Freguesia da Margem (processo n.º 3934-AFN), por um período de 6 anos, constituída por vários terrenos cinegéticos sitos na freguesia da Margem, município de Gavião, com uma área de 2921 hectares.
 2. O presente despacho entra em vigor no dia da sua publicação no sítio da Internet da Autoridade Florestal Nacional, produzindo efeitos a partir de 23 de Junho de 2011.
O Presidente
Amândio Torres
publicado por DELFOS às 09:53
link | comentar | favorito
Quinta-feira, 21 de Abril de 2011

AS GASTRONOMIAS NO CONCELHO DE GAVIÃO

Ao que parece e é assim mostrado à plebe gavionense e a todo mundo também, a  20.ª Mostra de Artesanato, Gastronomia e Actividades Económicas, agendada e planeada para este ano de 2011, ano em que Ministro das Finanças não fez bem o trabalho de casa e levou assim um chumbo de tanto chumbo que deu no pessoal e foi assim rifado por tanto corte que deu com ele o estado social também acabou, o político da praça local vem informar que a mesma se vai realizar no ano presente e citado e reduzindo-se assim  a despesa sem prejudicar a qualidade...

Olhando assim para a coisa o blog "A Terra do Pequeno Gavião" acredita que sim.

Ficará apenas saber se vai dar publicidade na televisão. Ou a mesma a ser realizada e a ter que ser feita não seria melhor e mais barata em Jornais e revistas da especialidade ou nacionais e de grande tiragem...

O filme se vai aguardar pelo seu desenlace..
O que não deixa de ser uma grande filmagem se vos diga.

Mas o mais engraçado da questão e com o foco que lhe é dirigido, a ela, pela qualidade e a excelência que a mesma vem mostrando e dando aos seus súbitos algo de muito bom pelas estrelas, não as do céu, as que vai trazendo a estas terras de Gavião, a mesma ao fim destes anos todos ainda não foi ela capaz de se renovar e criar um mais valor que não igual e fazer uma diferenciação em relação a outras que estão na zona e também se vão fazendo com a mesma qualidade.

Não foi ainda capaz de jogar a bola para outros espaços vazios...

Apenas isto e tão só...

Apenas isto e tão só de ver uma "Marca" que se quer implementar e apenas se continua a mandar a bola para fora do campo e não se é capaz de compreender o que é uma "Marca" e a sua posição verdadeira no campo...

Que fará como quiser!
Fará como quiser e muito bem entender.

Apenas se lho consta...


publicado por DELFOS às 00:00
link | comentar | favorito
Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

GÁFETE FOI UM SUCESSO

O que existia naquele tempo.
O acontecimento era lá cerca de 1930.

Esta urbe e pólis parece que crescia e segundo fontes jornalísticas lá da época naquele tempo, "uma pequenina cidade em formação", possuíndo luz elécrica, telefone público, escolas modernas, telégrafo, mercado diário e também a Banda "Barão de Gáfete", um dos melhores agrupamentos musicais do Alto Alentejo em altura aquela e ao mesmo tempo constituindo um motivo de recreio para esta população e aquele povo em altura lá dos anos 30, que lá do século que passou ou lá passado... (1)
(1) Baseado em "PDM do CRATO".
publicado por DELFOS às 06:53
link | comentar | favorito

MONTE DA PEDRA VIVE

É em Abril.
É no dia dois do referido.
O pensamento a querer festejar uma forma de ser e estar diferente.

Estas terras.
Estas terras do Monte da Pedra. Onde este Alentejo esquecido, ele começa. Ele começa e parece que acaba...

É este Abril.
Quantos anos vão lá?

Águas mil de enxurrada ou seriam coadas elas por um funil...

O blog não sabe.
O blog "ALENTEJO no NORTE" não sabe.
Desconhece.
Simplesmente desconhece.

Nunca lhe compreendeu a coisa ou lá o significado da coisa.

Parece que foi ontem. Parece que está na mesma e está mostrando a sua cabecita de fora saindo agora de uma noite longa.

Se faz Abril e não lhe dá música.
Que Abril sem música não rima.

Não se lhe deia o Zeca. Que se compreende muito bem. Ao menos que se lhe deia o Barreiras. Que o povinho actualmente já não lhe compreende a diferença...

Mas que se lhe deia música se faz favor e ao menos.
E que estava tudo tão perfeito naquele dia como nunca visto e se lhe esqueceu de lhe dar a música...
E a fina flor da ave de rapina na campina e o blog muito admirado pela organização e não lhe deu músíca...

Não lhe deu música só pelo simples prazer de lhe continuar a dizer que não e o blog nas suas filosóficas não lhe compreende a sua tal obsessão...
De lhe estar sempre a dizer que não...

Que Abril sem música lhe sabe sempre a pouco. Que se lhe pedia DÁ-LHE MÚSICA e não lhe quis dar música só pelo simples prazer de lhe dizer que não ou a uma malha e a uma bola também  sabe a tão pouco...

Mas é esta.
É esta terra do Monte da Pedra aqui tão perto. É o rio do Sôr ao passar a lhe dizer como vai minha querida menina?

No dia dois de Abril, Elas,  as crianças, estas crianças destas terras vão plantar vinte pinheiros nesta freguesia.

O blog assim foi informado e a publica.

Ao menos não é igual. Um dia que se está a tornar tão banal.

E o Sôr, mansinho e violento, que só como o blog o conhece, no seu coração vai um estado de contentamento...

Ao menos começa a não ser igual...
publicado por DELFOS às 05:50
link | comentar | favorito

A CARTA ARQUEOLÓGICA NA TERRA DE AREZ

"Arez da Idade Média à Idade Moderna: um estudo monográfico Leitão, Ana Cristina Encarnação Santos Tese de mestrado em História Regional e Local apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2008 http://catalogo.ul.pt/F/?func=item global&doc_library=ULB01&type=03&doc_number=000546695

http://hdl.handle.net/10451/1738"

A referida autora, os apontamentos que venho transcrevendo e seus, com a autorização da referida Universidade onde fez a sua tese, ela no seu levantamento cita o seguinte:

Horta das Póvoas. Sepultura antropomórfica.
O seu estado de conservação é Bom. É talhada num afloramento granítico.
Tem moldura em relevo, D. 1,72m comp., 0,56lg. 0,40pfd.

Tapada da Choça VII. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média. Esta sepultura não está identificada. É numa área afectada pela plantação de eucaliptos.

Tapada da Choça VIII. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média.
Não é também identificada. É numa área afectada pela plantação de eucaliptos.

Tapada da Choça IX. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média. Bom estado de conservação da mesma. É talhada num afloramento granítico. Tem moldura em relevo. Foi abandonada antesda sua conclusão. D. 1,40m comp., 0,50mlg e 0,10m prf.

Tapada da Choça I. Sepultura antropomórfica. Bom estado de saúde da mesma.
Não deixa de ser para mim um orgulho. É escavada num afloramento granítico.
A mesma enconta-se parcialmente coberta de blocos de granito.
D. 1,80m comp., 0,57m lg min.

Tapada da Choça II. Sepultura Antropomórfica. Alta Idade Média.
Bom é o estado dela. É talhada num afloramento de granito. Tem moldura de relevo. Tem de marcação do encaixe dos ombros. D. 1,80m comp., 0,40 m lg, 0,60m prf.

Tapada da Choça III. Seputura antropomórfica. Alta Idade Média.
Bom é o seu estado de conservação. Talhada num afloramento de granito
Tem moldura de relevo e D. 1,65m., comp., 0,50lg. 0,40pfd.

Tapada da Choça IV. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média.
Muito Bom é o seu estado. Talhada num afloramento de granito. Apresenta a mesma moldura de relevo. D. 1,80m comp., 0,65m de largura máx. e 0,50 lg. Min. e 0,40m prf.

Tapada da Choça V. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média. Bom.É a
mesma talhada num afloramento granítico.Tem moldura de relevo. D. 1,80m comp. 0,45lg. e 0,60 prf.. Está parcialmente coberta por um bloco de granito de grande dimensões. Encontra-se a cerca de 10m da Sepultura IV.

Tapada da Choça VI. Sepultura antropomórfica. Alta Idade Média. Bom. Boa.
Está ainda muito boa para as curvas no tempo. È talhada num afloramento de granito. Apresenta a mesma,  moldura de relevo. Nota-se uma diferenciação na zona da cabeceira  um provável encaixe para a cabeça que será mais simbólicio do que funcional.D. 1,75m comp. , 0,45 lg. Min., 0,60m de prf e 0,40m de prf.

Na Ribeira do Figueiró existe um Pontão. É do período medieval.O seu estado de conservação é Bom. Constituído por blocos de granito. Tem dois arcos de volta perfeita. Tem talha-mares a montante. Não possui apoios laterais nem negativos dos mesmos. No lado Este, acesso ao Monte Claro.
O tabuleiro prolonga-se sobre os afloramentos graníticos onde sobe este existem reentâncias que permitem passagem de água.

Herdade de Santo António. Na Herdade de Santo António encontra-se uma Ermida. É do períodomedieval/moderno. O seu estado de conservação é Bom. Séc. XIV. Um só corpo. Tem contrafortes laterais. As janelas são em fresta. A porta é com arco em ogiva. Tem impostas quadradas que encimam ombreiras.

Talefe. Mas o que será o Talefe? Fogo! Assim não vale. Aqui se está vendo mesmo uma nora.Talefe. Bem... Talefe é uma gravura rupestre (cruz).
Ei lá que aqui tem estado de mistério e os anos se sugerem longos, uma eternidade nestas terras ou o bravio animalesco delas.

Na Tapada da Choça existe uma Pia. O seu período é interminável. O seu estado de conservação é bom.É uma depressão num afloramento granítico com uma forma ovóide e uma abertura a Este. D. 1,35m comp., 0,50m lg, 0,40 prf.

Na Ribeira do Figueiró há Passadouros. São do tempo Modernos. O seu estado de conservação Bom. Situado na passagem para o Monte Claro. É um alinhamento de blocos paralelipipédicos de granito que permite o atravessamento a pé da ribeira.
O leito da ribeira encontra-se calcetado nesta área.

Largo da Igreja. Igreja. É do tempo Moderno.
O seu estado de consevação é Bom. Séc. XVI. Remodelada. Sob impostas quadradas.

Largo António A. Bastos. É o Cruzeiro. Está o Cruzeiro. O seu período é moderno. O estado de conservação do mesmo é Bom. Cruzeiro em granito de cruz simples sobre uma peanha de 3 degraus.

Rua Alexandre Herculano 15. (Cruciforme). Cruz num lintel. É do tempo Moderno.
Bom. O seu estado de Conservação é Bom. Cruciforme gravado numa cantaria de granito de uma janela. A base da cruz é triangular. É representando pequenos degraus. Eles parecem representar o Calvário. Trata-se de um reaproveitamento daquele bloco de cantaria uma vez que o crucuforme se encontra invertido.
D. 0,18mlg. e 0,30m alt.

Rua São João de Deus. Capela. Uma capela. A dita é do tempo Moderno.
Bom. O seu estado de conservação é Bom. Séc. XVI. Frontaria tem no fecho uma sineira simples. Porta renascentista. De granito. De granito, com arco redondo apoiado sobre duas meias colunas com bases e capitéis quadrados.
Na verga uma cabeça esculpida e, aos lados uma face radiante e uma caveira e dois ossos.

Tapada da Choça. Abrigo. Estado de conservação Bom. Conjunto de afloramentos graníticos. São de grandes dimensões. Formam uma pala que protege um corredor com o sentido sul-norte em que a entrada é a Norte. D. 12m comp. aprox. e 3m lg máx. Registam-se várias zonas de fogueira não estruturadas.
Identificaram-se fragmentos de cerâmica de roda e um percurtor. Um dos fragmentos cerâmicos parece terpertencido a um recipiente de armazenamento de grandes dimensões.

A autora, a senhora que ainda nos vai dando estes puros momentos de lazer e nos brindou um pouco com o conhecimento do nosso passado, na zona - aqui muito especialmente a todas estas terras e terrolas que circulam esta aldeia e freguesia de Arez, ela parece que tem muita força e é muito sumarenta e tem um gosto a muito gostosa estas terras de Arez e meus caros nunca o sabeis como o sinto no deserto deste Alentejoe a liberdade me vai na alma... O pouco ainda se vai protegendo e valorizando.

Não se lhe pode dizer que o concelho de Gavião lhe siga os mesmos passos.

Este espaço concelhio e geográfico está muita longe do concelho de Nisa.
Do Crato.
De Monforte.
De Alter do Chão.
Castelo de Vide.
Marvão.
Que de fronteira não conheço e não sei como se encontra o assunto.

Quero aproveitar.
Aproveito pois então.

Aos meus amigos e caros, José Joaquim, MMendes, e o colega de outos tempos em outras cerebrais, o pouco em mim ainda está e vai ficando, o meu caro e amigo Jaime Crespo, a referida autora diz na sua obra que a gentil, a educada, a criativa, ou seja lá um condado esta vila de Nisa, a autora diz que quando estava fazendo a sua Tese, a Câmara Municipal de Nisa estava fazendo a sua Carta Arqueológica.

Aos meus amigos e caros, tão só e simplesmente este meu peito aberto em uma pequena literária, a notícia em mim honra-me este Alentejo, este bocado do Alentejo no Norte é muito gratificante que a história, a nossa, ela se valoriza, se dá o valor que ela tem, como se não fosse ela, um cartão de visita que se oferece a quem nos visita, ou o turismo não seja o quinto ou o segundo negócio do mundo.
Acredito que o caro Ceia da Silva e a sua "Turismo do Alentejo, ERT", o esforço por si e a organização que comanda com os colaboradores, penso que toda a equipa só pode estar contente. Assim o penso e vos digo.

Não sei.
Não sei se a referida Carta já está concluída. Ou se houve uma partida já para o terreno, com este passado da malta.

A coisa, em esta minha memória se não me falha, no meu entendimento, a afirmação vai a fazer três anos quando a autora o disse, e que assim o penso e o registo no tempo desta planície que tão lento ela está e vai ficando.

Lameto.
Como a coisa dói tanto. 
Dói muito.
Sinceramente...

No concelho onde me encontro, nestas coisas de passar pela camarária do Gavião, nela, em ela me foi dito que este ano corrente logo em Janeiro, a Câmara Municipal de Gavião ía fazer a sua Carta Arqueológica do concelho.

Passado algum tempo, ao dar uma olhada pelas actas da mesma, o meu espanto é que a deliberação tomada não estava registada em acta.
publicado por DELFOS às 03:17
link | comentar | favorito

ABRIL PROVOU O ViNHO

Vai a campina festejar mais um 25 de Abril.

Este ano inovou.
Este ano a campina teve inovação.

Vai realizar a 1.ª Prova dos Produtores de Vinhos da  Freguesia da Comenda.

O blog diz que o edil da campina surpreendeu. Mas mais não faz do que acompanhar uma iniciativa existente na zona. Vai assim algum tempo que a iniciativa é feita no Monte da Pedra, Vale de Peso, Aldeia da Mata e Chança.

Espera-se que esta vingue.

É assim que se lhe acerta o passo.

Este ano lhe deu música.
No ano passado estava tudo tão perfeito e não lhe deu música.
Não lhe deu o Afonso e nem sequer o Barreiras.
O edil não compreende que Abril sem música é um dia banal...
publicado por DELFOS às 00:03
link | comentar | favorito

ABRIL PROVOU O VINHO

Vai a campina festejar mais um 25 de Abril.

Este ano a campina teve inovação.

Vai realizar a 1.ª Prova dos Produtores de Vinhos da  Freguesia da Comenda.
O blog diz que o edil da campina surpreendeu. Mas mais não faz do que acompanhar uma iniciativa existente na zona. Vai assim algum tempo que a iniciativa é feita no Monte da Pedra, Vale de Peso, Aldeia da Mata e Chança.

Espera-se que esta vingue.

É assim que se lhe acerta o passo.

Este ano lhe deu música.
No ano passado estava tudo tão perfeito e não lhe deu música.
Não lhe deu o Afonso e nem sequer o Barreiras.
O edil não compreende que Abril sem música é um dia banal...
publicado por DELFOS às 00:01
link | comentar | favorito
Terça-feira, 19 de Abril de 2011

A CARACTERIZAÇÃO DO CONCELHO DE GAVIÃO EM 2001

O concelho do Gavião faz fronteira com os concelhos de Mação, Crato, Ponte de Sôr, Nisa e Abrantes. Detém uma área de 294,6 km2 e uma densidade populacional de 15,1 habitantes por km2.
Com uma população residente de 4887 indivíduos (2001), o concelho assistiu a um decréscimo populacional, entre 1991 e 2001, em cerca de 17,4%.

A sua população residente caracteriza-se por ser bastante envelhecida, pois o seu índice de envelhecimento é superior ao índice de juventude.

Em relação ao índice de dependência total verificamos que existe uma elevada proporção de população que se encontra dependente da população activa. Este facto verifica-se em todas as freguesias.
Quanto ao nível de instrução verifica-se uma baixa escolarização, pois a maioria da população apenas possui o 1º ciclo do ensino básico. Existe um elevado número de pessoas que não possuem qualquer nível de ensino.
As actividades mais relevantes para a economia do concelho são a agricultura e a indústria e os serviços.


Situação Geográfica

O Município de Gavião encontra-se localizado na região Alentejo – NUT IIe mais concretamente no Alto Alentejo (NUT III). Ocupa uma posição de transição entre a região do Alto Alentejo e a sub-região Pinhal Interior Sul (região Centro) e a sub-região do Médio Tejo (região Lisboa e Vale do Tejo)
O município de Gavião faz fronteira com o município de Mação a norte, com os municípios de Crato e Ponte de Sôr a sul, com Nisa a este e Abrantes a oeste.
O município é constituído por cinco freguesias: Gavião, Atalaia, Belver, Comenda e Margem.

População Residente no concelho em 1991  -  5920
População Residente no concelho em 2001  -  4887
Variação  -  17% a menos

População Residente no concelho
1991
2001
Variação
5920
4887
-17,4

Indíce de juventude no Gavião é de 39,5.
Indice de juventude na Atalaia é de 20,0.
Indice de Juventude em Belver é de 6,0.
Indice de Juventude na Comenda é de 23,9.
Indice de Juventude em Margem é 22,4.

Indice de Envelhecimento no Gavião é de 253,0.
Indice de Envelhecimento na Atalaia é de 500,0.
Indice de Envelhecimento em Belver é de 1619,4.
Indice de envelhecimento na Comenda é de 418,7.
Indice de Envelhecimento na Margem é de 446,2.

Indice da Dependência dos jovens em Gavião é de 20,7.
Indice da Dependência dos jovens na Atalaia é de 14,9.
Indice da Dependência dos jovens no Belver é de 8,4.
Indice da Dependência dos jovens na Comenda é de 17,8.
Indice da Dependência dos jovens na Margem é de 18,0.

Indice da Dependência dos idosos no Gavião é de 52,4.
Indice de Dependência dos idosos em Atalaia é de 74,7.
Indice de Dependência dos idosos no Belver é de 136,8.
Indicie de Dependência dos idosos na Comenda é de 74,7.
Indicie de Dependência dos idosos na Margem é de 80,1.

Indice de Dependência total no Gavião de 73,1,
Indice de Dependência total em Atalaia de 89,7.
Indice de Dependência total em Belver de 145,2.
Indice de Dependência total na Comenda de 92,5.
Indice de Dependência total na Margem 98,1.

Os Grupos etários no concelho de Gavião em 2001:
O - 14 anos era de 445 indivíduos.
Dos 15 aos 64 anos era de 2530 indivíduos.
Mais de 65 anos era composto por uma população de 1912 indivíduos.
(A população e os habitantes no concelho de Gavião em 2001 era de 4887 indivíduos.)

A taxa de Analfabetismo era de 23,9 em 2001.

A população activa no concelho de Gavião era nesta data - 2001 - 1613 pessoas.
A população Empregada era de 1447 pessoas,
A taxa de actividade era de 33,0.
A taxa de Desemprego no concelho de Gavião era em 2001 de 10,3. (O blog "ALENTEJO no Norte" aqui diz, este concelho, que costuma andar sempre na cauda, aqui foi muita feliz. Conseguiu no tocante ao desemprego ser pioneiro em uma década, Se agora a taxa do desemprego anda nos dois digítos, anda nos dez por cento, este concelho, à dez anos o já o atingia em 2001.)

As principais actividades económicas no concelho de Gavião, em 2001, por ordem decrescente era a agricultura e a pecuária,a indústria, os serviços e o turismo.

Diz o referido estudo que tinha duas farmácias no concelho de Gavião. O blog aqui acha que se calhar se enganou o INE. O blog só conheceu uma: Não sabe se a outra, a existir, não estaria nalgum lugar ou lugarejo que faz parte desta Vila e mui nobre Gavião.

Não compreende. Continua a não compreender. Não se compreende que se diga para o INE que tinha biblioteca em 2001. O blog, passado uma década, continua a dizer que nunca teve biblioteca. Ou se teve era na escola. Não compreende, esta década acabaram com ela....
http://www.portalegredigital.biz/pt/conteudos/territorial/Caracteriza%c3%a7%c3%a3o%20do%20Distrito/Concelho%20de%20Gavi%c3%a3o/Concelho_de_Gaviao.htm
publicado por DELFOS às 23:51
link | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Junho 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


.posts recentes

. A VILA DE TOLOSA FOI MUIT...

. A FREGUESIA DE TOLOSA AND...

. ZONA DE CAÇA MUNICIPAL DA...

. AS GASTRONOMIAS NO CONCEL...

. GÁFETE FOI UM SUCESSO

. MONTE DA PEDRA VIVE

. A CARTA ARQUEOLÓGICA NA T...

. ABRIL PROVOU O ViNHO

. ABRIL PROVOU O VINHO

. A CARACTERIZAÇÃO DO CONCE...

.arquivos

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub